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Notícias Contextualizadas

Guia de redação do Enem já está na web Titulo
18/Set/12

Guia de redação do Enem já está na web

Faltam menos de dois meses para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcadas para 2 e 3 de novembro. A redação é um dos cinco testes que compõem a avaliação e tem papel importante na composição final da nota dos vestibulandos que, no Estado, vão concorrer às vagas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Para ajudar os candidatos, o Ministério da Educação (MEC) disponibilizou na internet um guia de redação, com informações essenciais para a prova, como o que os avaliadores esperam de um bom texto, as competências exigidas, detalhes do processo de correção e exemplos de textos que tiraram a nota máxima. O material pode ser baixado na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o link aqui.

Ano passado, centenas de estudantes reclamaram da nota que tiraram na redação e questionaram a qualidade dos corretores. Cada texto é avaliado por dois professores, de forma independente, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro.

A novidade é que, a partir de agora, se a diferença entre as notas dos dois corretores for superior a 200 pontos, a dissertação passará por um terceiro corretor. Se a divergência ainda persistir, a redação será apreciada por uma banca composta por outros três docentes, que atribuirão uma nota final.

O guia tem 52 páginas e começou esta semana a ser enviado pelo Inep para escolas públicas e estudantes que solicitaram atendimento especial, como prova ampliada ou em Braile. Nesse caso, o material é com cópia ampliada. Foram impressos 1,3 milhão de exemplares, sendo a maioria para alunos, embora professores também vão receber. Para Pernambuco, haverá a entrega de 55.048 guias, que serão distribuídos pelos Correios. Estão inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio cerca de 5,7 milhões de candidatos.

Na primeira parte do guia de redação, as cinco competências exigidas no Enem são detalhadas. Os critérios de correção são explicitados em pormenores para que o estudante saiba exatamente o que o avaliador vai observar no seu texto. A primeira competência, por exemplo, pede domínio da norma padrão da língua escrita. Três quadros mostram os requisitos básicos para a dissertação e quais são os desvios mais graves, graves e leves.

PONTUAÇÃO- Cada redação é avaliada com nota que vai de zero a mil pontos. Cada competência soma até 200 pontos. Interessante do manual é que o vestibulando fica sabendo que para cada competência há seis níveis de pontuação: zero, 40, 80, 120, 160 e 200. Cada um se refere à variação do domínio apresentado pelo candidato.

Segundo o MEC, 3.700 participantes tiraram a nota mais alta na dissertação no Enem ano passado. Seis dessas redações, de jovens do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, foram colocadas no guia, com comentários a respeito dos textos.

Fonte: JC online Fonte da imagem: guiadoestudante.abril.com.br

Lei de Cotas já valerá para quem fizer Enem em 2012 Titulo
31/Ago/12

Lei de Cotas já valerá para quem fizer Enem em 2012

Os estudantes que participarem do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 já poderão ser beneficiados pela lei de cotas que reserva 50% das vagas para ex-alunos de escola pública. O projeto de lei foi sancionado nesta quarta-feira (29) pela presidenta Dilma Rousseff, e na prática passa a valer para os vestibulares 2013, inclusive o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A ferramenta unifica a oferta de vagas nas universidades federais e seleciona os estudantes a partir do resultado obtido no Enem.

De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o governo fará a regulamentação da lei até o fim de setembro para estabelecer os critérios de implantação das novas regras. De acordo com a lei, as universidades têm o prazo de quatro anos para cumprir integralmente a reserva de 50% das vagas, assim a implantação deverá ser gradual, a depender de cada instituição. Isso significa que não necessariamente todas as universidades terão metade das vagas reservadas já em 2013.

O projeto de lei, aprovado pelo Senado no começo deste mês, prevê que as universidades públicas federais e os institutos técnicos federais em todo o país reservem, no mínimo, 50% das vagas para quem estudou todo o ensino médio em escola pública. Dentro desse percentual, as vagas serão distribuídas a partir de um recorte racial proporcional à composição da população de negros, pardos ou indígenas em cada estado.

A presidenta vetou o segundo artigo da lei que previa a distribuição das vagas a partir das notas obtidas pelo aluno durante o ensino médio. O critério de seleção que será adotado é o Enem. A lei prevê que a política de cotas terá o prazo de duração dez anos. Após esse período, será feita uma avaliação dos resultados, com possibilidade de revisão das regras.

 

Fonte: Agência Brasil Fonte da imagem: filtrae.com.br

COTAS: UM PAÍS DIVIDIDO Titulo
31/Ago/12

COTAS: UM PAÍS DIVIDIDO

O novo sistema de cotas aprovado este mês pelo Congresso reacende uma discussão antiga que engloba dívida histórica, justiça social, qualidade da educação básica na rede pública, desempenho dos cotistas na jornada acadêmica, preconceito e vulnerabilidade. O projeto de lei aguarda apenas a sanção presidencial, o que deve ocorrer até esta quarta-feira (29).

Pela nova proposta, 50% das vagas em universidades federais estarão reservadas a estudantes que tenham cursado o ensino médio inteiro na rede pública. De autoria da deputada federal Nice Lobão (PSD-MA), o projeto de lei diz que 25% serão destinados a alunos com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário mínimo por pessoa. Já os autodeclarados negros, pardos e indígenas terão cotas de acordo com a proporção destes grupos étnicos em cada Estado, conforme o Censo do IBGE, independentemente da renda per capita. “No caso de não preenchimento das vagas por este critério, aquelas remanescentes deverão ser completadas por estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas”, afirma o texto final do projeto de lei.

A medida exige que, a cada ano, 12,5% das vagas sejam oferecidas aos cotistas, a partir da publicação da lei sancionada no Diário Oficial da União. O prazo estabelecido para o cumprimento integral da nova norma é de quatro anos, mas deve ser esticado por Dilma a pedido do Ministério da Educação (MEC). A proposta, de 2008, ganhou fôlego após o Supremo Tribunal Federal (STF) declarar, em abril deste ano, a constitucionalidade desse tipo de ação afirmativa.

No Brasil inteiro, 59 universidades e 40 institutos federais terão de se adequar ao novo sistema. A cota social não existia em 27 destas universidades, enquanto só 25 delas possuem reserva baseada em critérios raciais. A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) adota modelo semelhante ao da UFPE, mas o bônus de 10% só vale para alunos do interior que prestem vestibular para os campus de Garanhuns, no Agreste, e Serra Talhada, no Sertão. Segundo a assessoria de imprensa da UFRPE, mesmo sem o sistema de cotas, dos 15 mil alunos da universidade 50,25% são provenientes de escolas públicas. Na UFPE, das 6.492 vagas abertas no último vestibular, 34% foram ocupadas por alunos da rede pública.

Já a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) dedica, desde 2010, 50% das vagas de todos os cursos de graduação para egressos da rede pública – sem incluir, ainda, o critério racial – e utiliza o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), programa informatizado gerenciado pelo MEC no qual as instituições de ensino ofertam vagas a candidatos ante as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Em cinco entradas, ingressaram 1.680 cotistas – 325 só este ano.

A Secretaria de Educação Superior do MEC já adiantou que vai propor a Dilma o veto à seleção pelo coeficiente de rendimento do estudante ao longo do ensino médio, como consta no projeto de lei.

“O ministro Aloizio Mercadante entende que a seleção deve ser feita pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)”, afirma o comunicado do MEC. “O objetivo do projeto de lei aprovado pelo Congresso é possibilitar aos estudantes da rede pública o acesso em igualdade de condições com os estudantes das classes mais abastadas ao ensino superior”, completa. O MEC também informou que a introdução do novo sistema de cotas não vai alterar a fórmula de escolha dos aprovados, baseada no Sisu.

Quem for de um Estado e quiser concorrer em outro vai ser submetido à seleção baseada nos critérios raciais do local de disputa, esclarece o senador Paulo Paim (PT-RS), relator do projeto de lei. “Na Bahia, por exemplo, haverá mais vagas para negros. Mas, por outro lado, a concorrência será bem maior”, cita. Segundo ele, a proposta já conta com um mecanismo contra candidatos com boas condições financeiras que quiserem burlar a lei se matriculando na rede pública. “Vai se ferrar, porque terá que provar renda e será eliminado”, resume Paim.

A UFPE pode ter problemas em relação à implementação imediata do programa este ano, uma vez que as inscrições para este vestibular começam em 11 de setembro. UFRPE e Univasf se baseiam no Sisu, o que facilita a situação.

Fonte: Jornal do Commercio Fonte da imagem: canaldirec28.blogspot.com
Ministério da Educação lança manual sobre redação do Enem Titulo
04/Ago/12

Ministério da Educação lança manual sobre redação do Enem

O Ministério da Educação (MEC) lançou nesta segunda-feira (30) o manual A Redação no Enem 2012 – Guia do Participante com informações sobre critérios de avaliação da redação do exame. O guia vai orientar estudantes sobre como se preparar para a prova, que será aplicada nos dias 3 e 4 de novembro. “O guia vai trazer tudo que o aluno precisa saber sobre o que os avaliadores vão considerar para dar nota [na redação]. O estudante vai saber exatamente em que pode perder pontos e qual a estratégia para ter o melhor desempenho possível”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Das 3.700 redações que receberam nota máxima (mil pontos) no Enem 2011, seis foram selecionadas e aparecem no guia com comentários. De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, os autores das redações selecionadas "desenvolveram o tema de acordo com as exigências do texto dissertativo-argumentativo" e demonstraram "domínio da norma culta de língua escrita". Segundo o ministro da Educação, o número de avaliadores de redação será ampliado em 40% para o Enem 2012. Dois professores avaliarão o desempenho dos alunos, que podem receber de zero a 200 pontos para cada uma das cinco competências (domínio da norma padrão da língua portuguesa; compreensão e desenvolvimento do tema utilizando várias áreas do conhecimento; construção e defesa de um ponto de vista; construção de argumentação e proposta de intervenção para o problema, respeitando os direitos humanos). Havendo divergências acima de 80 pontos em qualquer uma das competências, a prova será corrigida por um terceiro avaliador. Caso ainda persista a divergência de notas, uma banca composta por três professores dará a nota final do participante. Até o exame anterior, a margem para discordância era 300 pontos. Mercadante afirmou que os alunos terão acesso às redações corrigidas para fins pedagógicos. “É mais uma contribuição para darmos total transparência ao Enem”, disse Mercadante. Entretanto, não poderão ser usadas como base para recurso junto à organização da prova. Elaborado pelo Inep, em conjunto com especialistas em língua portuguesa, o guia tem inicialmente a tiragem de 1,7 milhão de cópias, que serão distribuídas a todas escolas públicas do país na segunda quinzena de setembro. O Ministério também vai disponibilizar edições em braille e na forma ampliada para pessoas com déficit de visão. A versão online já está disponível na página eletrônica do Inep. O MEC também divulgou que será publicado nesta terça-feira (31) edital no valor de R$ 2 milhões para convocar instituições de ensino superior para fazer estudos e pesquisas relacionados às provas aplicadas. Os 5,8 milhões de candidatos da próxima edição do Enem, número recorde de inscritos, farão o exame em 140 mil salas de 1.600 municípios do país.

Fonte: Agência Brasil Créditos da imagem:  http://noticias.universia.com.br 

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